💬 Anúncios nos comentários do Instagram?

+ WhatsApp consolidado como app de negócios, a nova IA que faz tarefas por você, a surpreendente média de views em vídeos do YouTube

Esta é a Primeira Página, a newsletter especializada no mercado digital produzida pelo SendFlow.
É informação que dá ROI.

💬 Instagram testa anúncios nos comentários

O Instagram está transformando a seção de comentários em espaço publicitário. A Meta anunciou o formato Testimonials, que permite que influenciadores sejam pagos para deixar recomendações escritas em anúncios e postagens de marcas.

As mensagens, com até 125 caracteres, ficarão fixadas no topo dos comentários, garantindo maior visibilidade para a marca e para o criador. A ideia é dar mais transparência ao que já acontece: avaliações incentivadas, que antes não eram identificadas como publicidade.

Com 40% das compras no Instagram influenciadas por criadores, segundo a Meta, a novidade deve aumentar o engajamento e dar mais controle aos influenciadores, que poderão acompanhar o desempenho de seus comentários e removê-los se necessário.

A questão que fica: com marcas pagando por elogios no topo, os comentários espontâneos vão perder espaço?

📲 Estudo confirma: WhatsApp é o app nº 1 para fechar negócios no Brasil

Esqueça tudo!

O WhatsApp se consolidou como uma ferramenta essencial para empresas no Brasil: 8 em cada 10 brasileiros preferem fazer negócios pelo app, segundo uma pesquisa da Nodius.

A facilidade de comunicação direta e rápida é um dos principais atrativos. Segundo um estudo da Kantar, 76% dos consumidores preferem trocar mensagens com empresas, e 72% se sentem mais seguros comprando quando conseguem contato direto pelo WhatsApp.

Além disso, campanhas focadas na plataforma podem aumentar as conversões em até 27%, garantindo mais engajamento e fidelização.

👀 Falando em WhatsApp… você já usa API Oficial?

A gente faz o que pode para evitar, mas a verdade é que os bloqueios de números estão cada vez mais comuns no WhatsApp.

Um dos jeitos de remediar esse problema é usando APIs Oficiais.

Só que tem alguns desafios pelo caminho: a cobrança é em dólar e o suporte das ferramentas costuma ser, desculpe o palavreado, uma porcaria.

O Unnichat (dos mesmos criadores do SendFlow) está chegando com a missão de mudar esse cenário, com preço justo em real, suporte que não desaparece quando você precisa e estabilidade de verdade.

O lançamento oficial vai acontecer amanhã, dia 25. Cadastre-se e já veja o Unni em ação 👇

🤖 OpenAI lança Operator no Brasil, agente que faz tarefas por você

Novo funcionário se apresentando!

A OpenAI disponibilizou no Brasil o Operator, um agente de IA capaz de navegar em sites e realizar tarefas como um humano, usando mouse e teclado. A ferramenta pode reservar restaurantes, preencher formulários e até fazer compras online.

Quando custa? Como acessar?

Por enquanto, o Operator está em fase de testes e disponível apenas para assinantes do ChatGPT Pro, que custa US$ 200 mensais (aproximadamente R$ 1.140). Ele não está integrado ao ChatGPT e tem um site próprio.

Como funciona?

O Operator "enxerga" páginas da web por capturas de tela e interage com botões, menus e campos de texto. No entanto, algumas ações ainda precisam de intervenção humana, como logins e inserção de dados sensíveis.

Lançado nos EUA em janeiro, o serviço agora chega a vários países, mas ainda não está disponível na União Europeia.

A concorrência não está só assistindo: Google, Anthropic e Rabbit também desenvolvem ferramentas semelhantes.

A OpenAI preparou um vídeo demonstrativo. Clique para assistir.

📉 41 visualizações por vídeo é a média no YouTube

Só isso? Só isso.

Um levantamento da Universidade de Massachusetts revelou que a maioria dos vídeos no YouTube tem pouquíssima audiência. Em média, cada vídeo recebe apenas 41 visualizações, e 4% deles nunca foram assistidos – o que equivale a cerca de 600 milhões de vídeos sem views.

A pesquisa estima que, até meados de 2024, o YouTube contava com 14,8 bilhões de vídeos, mas 75% deles não tinham comentários e 89% não receberam curtidas. Além disso, apenas 0,21% eram monetizados e 4% incentivavam ações como curtir e compartilhar.

Os pesquisadores apontam que muitos dos vídeos com baixa audiência são amadores, com imagens tremidas, áudio ruim e sem edição. Além disso, 40% dos vídeos eram apenas faixas de música, e mais de um terço tinha menos de 33 segundos de duração.

A explicação? Muitos usuários utilizam o YouTube apenas como repositório pessoal, sem intenção de atrair público.

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