🖼️ ChatGPT libera novo criador de imagens

+ Meta AI Studio no Brasil, Instagram fazendo faxina, a falha nos comentários, Google decreta fim do funil de vendas

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🤖 OpenAI lança novo gerador de imagens no ChatGPT

DALL-E 3 aposentado?

A OpenAI liberou uma atualização importante no GPT-4o, agora com um sistema de geração de imagens integrado ao ChatGPT.

A nova funcionalidade está disponível para usuários dos planos Free, Plus, Team e Pro, substituindo o antigo modelo DALL-E 3.

O que muda na prática?

Segundo a empresa, o novo gerador entrega imagens mais realistas, com melhor renderização de texto e capacidade de criar composições complexas — incluindo logos, menus, quadrinhos e infográficos.

Uma das melhorias destacadas é o “binding”, que permite à IA manter relações corretas entre atributos e objetos em imagens com muitos elementos (como “estrela azul + triângulo vermelho”), algo que modelos anteriores ainda confundiam (veja abaixo).

Tudo tem um limite

Apesar dos avanços, a OpenAI reconhece limitações: em testes internos, o sistema ainda comete erros em cenas complexas.

O novo recurso também não permite criação de conteúdo sensível ou enganosamente realista, e conta com mecanismos para bloquear usos indevidos como deepfakes sexuais ou remoção de marcas d'água.

🧠 Meta libera criação de IAs personalizadas no Brasil

Já em terras brasileiras.

A Meta AI Studio, ferramenta que permite criar inteligências artificiais personalizadas, agora está disponível no Brasil e em português. Com ela, qualquer usuário pode criar, compartilhar e interagir com IAs no Instagram, Messenger ou pelo site do AI Studio.

É possível definir o nome, personalidade, tom, avatar e até o slogan da IA criada. Ela pode ser usada de forma privada, com amigos, ou tornada pública.

Como usar?

Para começar, basta ir na caixa de entrada do Instagram ou Messenger, tocar em “Criar mensagem” > “Bate-papos com IA” > “Criar”.

A funcionalidade permite também descobrir e interagir com outras IAs feitas por terceiros, facilitando a personalização de experiências e automações no ecossistema Meta — que inclui Facebook, WhatsApp e os apps citados.

🧹 Instagram vai começar a remover recursos pouco usados

Hora da faxina!

O Instagram anunciou que pretende simplificar o app e, para isso, vai começar a desativar ferramentas que não têm sido bem aproveitadas pelos usuários. A primeira a sair do ar será o recurso de Notas em fotos e Reels.

Justificando

Segundo Adam Mosseri, chefe da plataforma, a rede se tornou “complicada demais” e a decisão faz parte de um esforço para torná-la mais intuitiva. As Notas de Conteúdo, lançadas há poucos meses, permitiam adicionar comentários visíveis apenas para amigos em fotos, carrosséis e vídeos curtos, mas não tiveram boa aceitação.

Outras funcionalidades seguem ativas, como as Notas nas DMs — textos curtos visíveis por 24h. A Meta não detalhou quais recursos serão os próximos a sair, mas já avisou: “vem mais por aí”.

Inventando moda

Nos últimos tempos, o Instagram tem testado diversas novidades: feed Blend, comentários públicos nos stories, carrosséis com até 20 imagens, e até sugestões de IA para respostas. Nem tudo, no entanto, caiu no gosto do público.

⚠️ Instagram corrige falha que afetou comentários, stories e reels

Tudo em ordem agora.

Na manhã da última terça-feira (25), o Instagram apresentou instabilidades que impediram usuários de visualizar e responder comentários. Também houve relatos de falhas na exibição de stories, no carregamento de reels e até na postagem de conteúdo.

O problema gerou um pico de mais de mil reclamações no site DownDetector, que monitora falhas em serviços online.

A falha foi corrigida durante a tarde do mesmo dia, mas a Meta não se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido.

🧭 Google diz que funil de vendas é coisa do passado

Como é, amigo?

Durante o evento Think With Google, realizado em São Paulo, o Google propôs uma mudança de paradigma: o tradicional funil de vendas linear (atração > consideração > conversão) já não dá conta de explicar o comportamento do consumidor digital atual.

Explica essa história?

Segundo um estudo conduzido com a Boston Consulting Group, os usuários hoje transitam de forma simultânea entre streaming, scrolling, searching e shopping — assistir a vídeos, navegar por feeds, buscar informações e comprar. A jornada de consumo, portanto, precisa ser vista como um mapa de influências e não mais como uma linha reta.

A mudança reflete os interesses da Alphabet: 86% da receita da empresa em 2024 veio de publicidade digital, especialmente via Google e YouTube. Para continuar relevante, a big tech aposta em ferramentas como o Google Lens (busca por imagem) e o AI Overviews (resumo com IA), que têm mostrado impacto positivo nas buscas comerciais.

Ao mesmo tempo, a empresa vê sua hegemonia ameaçada: TikTok e Instagram já superam o Google como ferramenta de busca local entre jovens de 18 a 24 anos, segundo dados publicados pela Forbes.

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